segunda-feira, 7 de julho de 2008



Sua pontuação foi de 27



Se os seus pontos somarem 8 ou acima, é recomendado que você mostre o teste ao seu médico e solicite-lhe que o avalie quanto a ser portador ou não de depressão. Se a somatória dos pontos não for alta, mas você suspeitar que está com depressão, converse com seu médico. Algumas pessoas com pontuação normal nos questionários de avaliação de depressão estão, na realidade, severamente deprimidas e beneficiam-se sobremaneira de um programa de tratamento. E, muito importante – se você vem desenvolvendo idéias de fazer mal a si próprio ou a outras pessoas – fale imediatamente com seu médico.



P O N T U A Ç Ã O :


7 ou menosLinha limite da depressão

8-22Depressão Leve

23-37Depressão Moderada

38 e maisDepressão Severa


segunda-feira, 5 de maio de 2008

dream


Goataria de ter alguem pra me dizer isto:




''Feliz aquele que poderá aconchegá-la no peito Enquanto tua nau navega em céu de brigadeiro E poderá olhá-la no fundo de teus olhos do jeito Que gostas e dizer-lhe sempre, todo dia, o ano inteiro. És uma mulher muito sublime e sem preconceito Tão suave, altaneira, aquele amor verdadeiro, Quantos homens gostariam de ti ser o eleito E ouvir de tua voz suave dizer que é o primeiro... Ah! Como a isso, não posso, e não estou sujeito, Vou fazer o que posso cuidar do meu canteiro Bem, pelo menos com isto eu me ajeito, Vou tirar as ervas daninha, pois, sou o jardineiro. Tiro alguns capins, colho uma rosa e aproveito Para cheirá-la, profundamente, e vou ao jasmineiro. Não é primavera, encontro um jasmim e fico satisfeito Apanho-o e junto com a rosa rose eu cheiro, E penso como és boa p’ra mim. Com todo respeito... Receba um beijo carinhoso, do modo mais maneiro, Deste teu amigo, teu “fã”, ora até um pouco suspeito Mas que te quer olhar assim, como um cavalheiro.''

sábado, 12 de abril de 2008

In the dark


No stars in the sky

One light in the dark

I can't see anything except my face

Nobody heard me

Nobody want to listen

Nobody awake

My voice just lose in the dark

In their worldI'm not aliveBut

I'm shouting in the dark

I'm shocking in the darkI'm hiting in the dark

I wanna swallow the whole dark

I'll rip the darkWith my black knife

I saw a bleeding line

A shining line

It's the dawning of my life


Old Amsterdam

I’M SAD GOD DAMN IT! IT HURTS! I’M SO TIRED OF FEELING THIS WAY


Hoje eu tenho noção da realidade

da triste realidade

que é viver de verdade


Um dia eu tive sonhos

Um dia eu acreditei nas coisas

Mas o mundo me mostrou

do realmente ele é feito


Sonhos despedaçados, Sofrimento

Dor, Agonia e Desespero


Minha vida está caindo

em um abismo profundo

Em um abismo de mágoas

Em um abismo de sofrimento


Me pergunto quanto tempo eu tenho aqui?

Me pergunto o que ainda faço aqui?

Isso realmente eu não sei




today i heve found the death....




death

death can get you any time

death can get you in your sleep

death can get you in your wake

death can get your friend

death can kill your soul mate then come and get you

death is easy to get

death by a gun

death by a knife

death by in a gallow

death by the gilliteens

death by handsdeath be accident

death by shockan exploding heart in your body


Jacob monkey

quinta-feira, 10 de abril de 2008


Arrebata-me com a fúria de teus beijosa sede de amar que transcende em teu olhar.


Arrebata-me que estou louco de desejos,


selemos nosso amor sob a luz do luar.Arrebata-me porque sempre fui teu,


mesmo quando não te conhecia.


Vagava pela vida em insensata loucura


numa busca incansável da nossa alquimia.Arrebata-me;


Preencha minha vida com loucas fantasias…


Percorri mil caminhos em busca deste amor,


agora que o encontrei, quero a alegria,


desta entrega, sem ressalvas, sem pudor…Esta paixão que me consome e acalenta,


me faz perder o tino, não mais sou dono de mim…


Igual a minha alma, sei que a tua está sedenta!


Arrebata-me! Não deixe que eu fique assim…Teça comigo em nossa cama, essa trama,


essa explosão de paixão que nos consome…


esperar porque se dentro de nós tudo clama,


esse desejo que nos mata de tanta fome!



segunda-feira, 31 de março de 2008


“(...) o saber que é poder não conhece limites. Esse saber serve aos empreendimentos de qualquer um, sem distinção de origem, assim como, na fábrica e no campo de batalha, está a serviço de todos os fins da economia burguesa.”

Adorno e Horkheimer


“(...) não houve laicização da política, mas apenas um deslocamento do lugar ocupado pela imagem de Deus como poder uno transcendente: Deus baixou do céu à terra, abandonou conventos e púlpitos e foi alojar-se numa imagem nova, isto é, no Estado. Não quero com isto referir-me ao direito divino dos reis. Refiro-me à representação moderna do Estado como poder uno, separado, homogêneo e dotado de força para unificar, pelo menos por direito, uma sociedade cuja natureza própria é a divisão das classes. É esta figura do Estado que designo como a nova morada de Deus.” (CHAUÍ, 1989: 6)


Encontramo-nos, então, diante de um sistema que é capaz de dominar em proporções inimagináveis. À medida que racionaliza as estratégias de controle, tem cada vez menos que recorrer propriamente à repressão, o que é ao mesmo tempo vantagem e prejuízo. Vantagem para o sistema, porque a repressão provoca ressentimento, podendo levar à revolta. Vantagem para as pessoas, porque a experiência domesticadora não é violenta, mas sutil; oferece o conforto propiciado pelo desenvolvimento tecnológico, e obtém adesão entusiasmada.


“a sociedade tecnológica ocidental criou métodos para ajustar as pessoas às suas exigências de produção e consumo que são menos brutais, mas que, a longo termo, são mais eficazes que a represão totalitária. Eles despersonalizam não porque exijam, mas porque eles oferecem, dão exatamente aquelas coisas que tornam supérflua a criatividade humana.” (apud ALVES, 1984: 111)


A educação preocupa-se, prioritariamente, em forjar a inteligência adaptável ao sistema, necessária à sua eficácia, capaz de se curvar à ideologia do realismo, que apresenta a realidade presente como, se não a melhor, pelo menos a única realidade possível:


“Para propósitos práticos, o pragmatismo e o funcionalismo identificam o sistema social com a realidade. Está aí o segredo do realismo”. ( ... ) “No entanto, o realismo é uma ilusão. Sua grande conquista é a mágica transubstanciação que opera ao chamar a organização pelo nome ‘realidade’.” ( ... ) “O realismo é, portanto, a ilusão que nos enfeitiça com a sua afirmativa de que a realidade não pode ser alterada, tornando o homem incapaz de um ato criativo.” (ALVES, 1993: 68-72)


Qualquer pensamento que traduza a imaginação de um mundo diferente do construído pelo sistema tecnológico, que pretenda apontar novas alternativas de vida é desqualificado como produto do imaginário, patologia da verdadeira racionalidade, pois, “a ordem existente é vista como encarnação da razão, e como tal expele, como detritos pré-históricos de um universo irracional, todos os elementos que poderiam transcendê-la”. (ROUANET, 1986: 201)


“As formas de dominação mudaram: tornaram-se cada vez mais técnicas, produtivas, e inclusive benéficas; conseqüentemente, nas regiões mais desenvolvidas da sociedade industrial, as pessoas têm sido adaptadas e reconciliadas com o sistema de dominação num grau sem precedentes.” (MARCUSE, 1969: 149)


O papel do homem no sistema tecnológico é o de funcionário do sistema, isto é, sua existência só se justifica enquanto possibilidade de como produtor e/ou consumidor ser capaz de contribuir para a sua funcionalidade. Aqueles que o sistema vai substituindo por máquinas ou robôs tornam-se disfuncionais para o sistema. São excluídos por serem desnecessários para a sua eficácia. E sua exclusão se justifica em nome da racionalidade.


O desenvolvimento cada vez mais acelerado da tecnologia, a maior racionalização da sociedade não somente não tem contribuído para tornar a vida humana mais livre e mais justa, como tem submetido todas as necessidades e desejos humanos aos imperativos do sistema. Segundo Adorno e Horkheimer,


O absurdo da situação, na qual a violência do sistema sobre os homens cresce a cada passo que os liberta da violência da natureza, denuncia como obsoleta a razão da sociedade racional. (...) a história real é tecida por um real sofrimento, que absolutamente não diminui na proporção em que crescem os meios para eliminá-la (...) (1989: 28-29)